Eu, sou uma pessoa que sempre lutei pelos
meus ideais, alcancei alguns, outros não e uns ainda estão por vir, sou
uma pessoa extremamente dependente de Deus, sem ele nunca teria me
levantado das muitas vezes que fracassei, sem ele nunca teria tido a
oportunidade de vencer obstáculos que muitas vezes eram maiores que eu.
Sei que tenho muito a conquistar, aprender com meus erros e suportar as
grandes decepções que às vezes nos fazem perguntar, porque passamos por
isso?!
Mas uma coisa tenho certeza, Deus, do alto, sempre me acompanhou e
sempre soube qual caminho era o melhor para que eu pudesse seguir.
Senhor, confio em ti sei que seus planos são os mais belos e perfeitos e
que tudo irá acontecer no seu tempo, na sua hora!
Agradeço a Deus por se fazer presente em todos os momentos firmes ou incertos da minha vida, pois ao longo do caminho dessa jornada de tres anos e meio pude sentir a tua mão na minha transmitindo-me segurança necessaria para chegar até aqui.
Ati, sou eternamente grata pela sabedoria que me foi dada, agora atí ofereço meu futuro profissional e que as minhas ações enquanto EDUCADORA corresponda a vossa vontade.
Agradeço também, a minha familia pelos conselhos, pelos beijos e carinho, por terem acreditado em minha capacidade e por ter me dado forças para a conquista dessa vitória, aos meus amigos e parentes, bem como os meus professores que me fez sentir e refletir sobre o DESAFIADOR PAPEL DO PEDAGOGO NA SOCIEDADE.
Aos meus amigos colegas também agradeço, por cada momento que passamos juntos nesse longo tempo de tarefas dificeis de angustias diversas, mas sem duvidas enriquecedoras.
Toda via o tempo passou e agora chegou a hora das despedidas e da ausencia, contudo não diremos adeus, apenas até logo para dar ao destino o prazer de nos encontrar-mos outra vez.
POR TUDO ISSO! SOU GRATA EM DIZER MUITO OBRIGADA A TODOS
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Professores apaixonados
Professores e professoras apaixonados acordam cedo e dormem tarde, movidos pela ideia fixa de que podem mover o mundo.
Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar:estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitamas inteligências.
As professoras apaixonadas descobrem que há homens no mágisterios igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contextos a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria.
Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cântiga, de ênfases, de sínteses que demostram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver professor desapaixonado, sonhando acordado com a APOSENTADORIA, comtando nos dedos os dias que faltam para suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavras pequenas que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o AMOR, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piadas, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chocoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera orações subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem múltiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para soluciona-los. Querem analisar a quimica da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.
A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.
(PERRISSÉR, Gabriel. crônicas pedagógicas.Ed. 1º São Paulo: Ômega, 2009)
Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar:estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitamas inteligências.
As professoras apaixonadas descobrem que há homens no mágisterios igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contextos a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria.
Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cântiga, de ênfases, de sínteses que demostram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver professor desapaixonado, sonhando acordado com a APOSENTADORIA, comtando nos dedos os dias que faltam para suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavras pequenas que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o AMOR, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piadas, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chocoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera orações subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem múltiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para soluciona-los. Querem analisar a quimica da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.
A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.
(PERRISSÉR, Gabriel. crônicas pedagógicas.Ed. 1º São Paulo: Ômega, 2009)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ser Professor..
Ser professor, é ser artista, malabarista, pintor, escultor, doutor, músicologo, psicologo.
É ser mãe, pai, irmã, avó.
É ser palhaço, bagaço.
É ser ciências e paciência.
É ser informação.
É ser ação, é seer bússola, é ser farol.
Incompreendido??..Muito
Defendido??..Nunca
O seu filho passou??..Claro é um gênio
Não passou??.. O professor não ensinou.
Ser professor...
É um vicio ou vocação??
É outra coisa.
E ter nas mãos o mundo do amanhã.
Amanhã...Os alunos vão-se.
E ele, o mestre, de mãos vazias, fica com o coração partido.
Recebe novas turmas.
Novos olhilnhos ávidos de cultura.
E ele o professor, vai despejando com toda ternura, o saber a orientação nas cabecinhas novas que amanhã, luzirão no firmamento da pátria.
Fica a saudade.
A amizade.
O pagamento real???Só na eternidade..
bjos Shirley Martins
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